Possibilitar que mulheres compreendam como historicamente, socialmente e politicamente
se originou as estruturas que nos mantém
enquanto seres humanos de segunda classe em relação aos homens e discutir como, através
de uma prática reflexiva e filosófica podemos lutar coletivamente por direitos e individualmente alcançar a nossa liberdade existencial.
O livro base para a investigação sobre a origem
da opressão das mulheres é “A criação do patriarcado” de Gerda Lerner. Somado a essa literatura, usaremos de um vasto repertório intelectual para compreender de forma didática, acessível e crítica porque enquanto mulheres fazemos e desejamos coisas específicas e como
nos mantemos em segundo plano na nossa própria vida para priorizar relacionamentos com homens
e o papel de salvadora e cuidadora de todos, menos de nós mesmas.
Esse é um curso imersão para possibilitar que
o estudo nos faça nos tornar prioridades para nós mesmas. Que ao final dele, possamos ser nossas próprias heroínas, heroínas de nós mesmas!
A opressão está tão naturalizada que, muitas vezes, não percebemos que estamos vivendo oprimidas, mas todas as mulheres, de alguma forma, já viveram essa sensação.
Seja no relacionamento amoroso,
no trabalho, com amigos e colegas, na família… Nem percebemos que estamos sempre em segundo plano, sendo responsáveis pelos outros, tentando salvar e cuidar dos homens adultos que aparecem no nosso caminho, buscando inconscientemente a validação deles.
O que as diferencia é que umas percebem
e outras não, mas a raíz do problema é muito maior e mais antiga. Eu quero contar para você sobre a nossa história enquanto mulheres
e como chegamos até aqui. Nem sempre ocupamos esses papéis.
Será que já fomos livres, um dia?
Possibilitar que mulheres compreendam como historicamente, socialmente
e politicamente se originou as estruturas que nos mantém enquanto seres humanos
de segunda classe em relação aos homens e discutir como, através de uma prática reflexiva e filosófica podemos lutar coletivamente por direitos e individualmente alcançar a nossa liberdade existencial. O livro base para a investigação sobre a origem da opressão das mulheres é “A criação do patriarcado” de Gerda Lerner. Somado a essa literatura, usaremos de um vasto repertório intelectual para compreender de forma didática, acessível e crítica porque enquanto mulheres fazemos e desejamos coisas específicas e como nos mantemos em segundo plano na nossa própria vida para priorizar relacionamentos com homens e o papel de salvadora e cuidadora de todos, menos de nós mesmas. Esse é um curso imersão para possibilitar que o estudo
nos faça nos tornar prioridades para nós mesmas.
Que ao final dele, possamos ser nossas próprias heroínas,
heroínas de nós mesmas!
A opressão está tão naturalizada que, muitas vezes, não percebemos que estamos vivendo oprimidas,
mas todas as mulheres, de alguma forma, já viveram essa sensação. Seja no relacionamento amoroso,
no trabalho, com amigos e colegas, na família… Nem percebemos que estamos sempre em segundo plano, sendo responsáveis pelos outros, tentando salvar e cuidar dos homens adultos que aparecem no nosso caminho, buscando inconscientemente a validação deles. O que as diferencia é que umas percebem
e outras não, mas a raíz do problema é muito maior e mais antiga.
Eu quero contar para você sobre a nossa história enquanto mulheres e como chegamos até aqui.
Nem sempre ocupamos esses papéis.
Será que já fomos livres, um dia?
Mulheres que querem se tornar agentes
ativos da própria história.
Mulheres que querem entender mais sobre
si mesmas e sobre sua condição feminina
na sociedade.
Mulheres que querem desenvolver o senso crítico sobre as opressões para desenvolver a autonomia, buscando a emancipação para uma vida mais livre
do peso da aprovação masculina.
Mulheres que querem conhecer a própria
história. História essa que nunca nos foi
contada na escola.
A mulher é o alicerce da casa!
Essa mulher deveria ter nascido homem.
A prostituição é a profissão mais antiga
do mundo.
Desse jeito nenhum homem vai gostar
de você.
Filha minha só sai de casa, casada.
Essa vai dar trabalho quando crescer.
Segure suas cabritas que meu bode tá solto!
Maternidade solo é escolha!
Existem dois tipos de mulher:
para casar e para transar.
Mulher não serve para tomar frente
de negócios.
Fulana é o homem da casa.
O sexismo é, essa violência que coloca mulheres como um ser inferior ao homem senão, a violência mais socialmente aceita. Mas isso precisa mudar!
A naturalização e banalização das hierarquias sexuais já foram internalizadas nos nossos modos
de existência ao ponto de não serem percebidas enquanto violências, dificultando assim a superação dessa realidade. Sequer percebemos que não somos
prioridades nas nossas próprias vidas. Vivemos para servir aos interesses dos demais e nunca aos
nossos, por medo ou culpa! A naturalização das hierarquias sexuais e violência sexista dificulta que mulheres sejam capazes de nomear a própria realidade e perceber as diversas formas de violências
que atravessam a nossa existência e que nos empurram sempre para o mesmo destino: a limitação
na esfera doméstica assumindo o trabalho gratuito
de cuidadora, mãe e esposa. No entanto, o ponto
chave para que mulheres sejam agentes
de transformação da própria história se encontra
na compreensão crítica de como a nossa história enquanto mulheres influencia constantemente nas
nossas próprias vidas. Só há uma forma para conquistar a liberdade: compreender as origens
e as causas das correntes que aprisionam nossas asas e nos impedem de voar.
São 13 aulas gravadas e já disponibilizadas
na plataforma online.
Teremos 04 encontros ao vivos para
discutir sobre:
- Mulheres e relacionamentos românticos
- Mulheres e narcisismo
- Relação mães e filhas
- Mulheres, autoestima e disciplina afetiva.
**Ao realizar a matrícula você adere automaticamente
ao contrato de adesão do curso.
Jéssica Petit é graduada em Ciências Sociais,
pós graduada em filosofia, mestre em Sociologia Política pela SciencesPo-Strasbourg e especialista em Ação pública. É socióloga política, filósofa, professora e educadora social.
Seu trabalho tem por objetivo revolucionar o modo de se fazer educação, educando gente nova prum mundo novo. Focando na filosofia da ação, que visa a construção de um senso crítico para um agir ético.
Criadora dos Cursos: "Educando nossos afetos com Espinoza", "Curso de construção do pensamento científico e metodologia", "Imersão na origem
da opressão das mulheres" e "Conhecendo a si mesmo e ao universo com os pré-socráticos" Jéssica já teve cerca de 10 mil alunas
transformadas pelo seu conteúdo crítico
e libertador.
Mulheres que querem conhecer a própria história.
História essa que nunca nos foi contada na escola.
GreatPages © 2020 - Todos os direitos reservados.
Design feito por Gabriela Xavier
@gabriela_xf
Mulheres que querem conhecer a própria história.
História essa que nunca nos foi contada na escola.
Mulheres que querem se tornar agentes
ativos da própria história.
Mulheres que querem entender mais sobre si
mesmas e sobre sua condição feminina
na sociedade.
Mulheres que querem saber mais sobre a influência da história, da economia e da política nas suas próprias vidas.
Mulheres que querem desenvolver o senso crítico sobre
as opressões para desenvolver a autonomia, buscando
a emancipação para uma vida mais livre do peso
da aprovação masculina.
A mulher é o alicerce da casa!
Essa mulher deveria ter nascido homem.
A prostituição é a profissão mais antiga do mundo.
Desse jeito nenhum homem vai gostar de você.
Filha minha só sai de casa, casada.
Essa vai dar trabalho quando crescer.
Segure suas cabritas que meu bode tá solto!
Maternidade solo é escolha!
Existem dois tipos de mulher: para casar e para transar.
Mulher não serve para tomar frente de negócios.
Fulana é o homem da casa.
O sexismo é, essa violência que coloca mulheres como um ser inferior ao homem senão, a violência mais socialmente aceita. Mas isso precisa mudar! A naturalização e banalização das hierarquias sexuais já
foram internalizadas nos nossos modos de existência ao ponto de não serem percebidas enquanto violências, dificultando assim a superação dessa realidade. Sequer percebemos que não somos
prioridades nas nossas próprias vidas. Vivemos para servir aos interesses dos demais e nunca aos
nossos, por medo ou culpa! A naturalização das hierarquias sexuais e violência sexista dificulta que mulheres sejam capazes de nomear a própria realidade e perceber as diversas formas de violências
que atravessam a nossa existência e que nos empurram sempre para o mesmo destino: a limitação
na esfera doméstica assumindo o trabalho gratuito de cuidadora, mãe e esposa. No entanto, o ponto
chave para que mulheres sejam agentes de transformação da própria história se encontra na
compreensão crítica de como a nossa história enquanto mulheres influencia constantemente nas
nossas próprias vidas. Só há uma forma para conquistar a liberdade: compreender as origens e as causas
das correntes que aprisionam nossas asas e nos impedem de voar.
São 13 aulas gravadas e já disponibilizadas na plataforma online.
Teremos 04 encontros ao vivos para discutir sobre:
- Mulheres e relacionamentos românticos
- Mulheres e narcisismo
- Relação mães e filhas
- Mulheres, autoestima e disciplina afetiva
**Ao realizar a matrícula você adere automaticamente ao contrato de adesão do curso.
Jéssica Petit é graduada em Ciências Sociais (Universidade Federal Rural de Pernambuco) pós graduada em filosofia, mestre em Sociologia Política pela SciencesPo-Strasbourg e especialista em Ação pública. É socióloga política, filósofa, professora e educadora social. Seu trabalho tem por objetivo revolucionar o modo de se fazer educação, educando gente nova prum mundo novo. Focando na filosofia da ação, que visa a construção de um senso crítico para um agir ético. Criadora dos Cursos: "Educando nossos afetos com Espinoza", "Curso de construção do pensamento científico
e metodologia", "Imersão na origem da opressão das mulheres"
e "Conhecendo a si mesmo e ao universo com os pré-socráticos" Jéssica já teve cerca de 10 mil alunas transformadas pelo seu conteúdo crítico e libertador.
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Design feito por Gabriela Xavier
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